Um fork do XMRig com suporte nativo a VerusHash 2.2, falando o dialeto Stratum específico da VerusCoin — e a pool que vai rodar ao lado, nesta mesma máquina.
Peças já testadas ao vivo contra pools reais e em hardware real, mais o que ainda está em andamento.
Passo a passo pras duas plataformas já portadas: desktop/servidor x86-64 e mobile via Termux ou UserLAnd. Nos dois casos, o binário final é o mesmo fork — só muda como ele é compilado.
Precisa de AES-NI + PCLMUL + SSE4.1 — praticamente qualquer CPU Intel/AMD de uso geral fabricada depois de ~2011-2012.
O build usa CMake, igual ao XMRig original — só ativa o módulo VerusHash junto.
Reduz a troca de páginas de memória durante o hashing — ganho de hashrate real, sem custo nenhum.
O número de huge pages depende de quantas threads você vai rodar — 1280 páginas (~2,5GB) cobre a maioria dos casos de uso doméstico; ajuste pra cima se tiver muitos núcleos.
Precisa reservar no boot do kernel, via GRUB — diferente das huge pages de 2MB, não dá pra ativar em tempo de execução.
Compilação nativa direto no aparelho, sem cross-compile. Detecta o core da CPU sozinho e escolhe a otimização certa.
Funciona igual em Termux e UserLAnd — o script detecta qual dos dois você está usando.
Sem root, o Android nunca dá acesso de escrita a vm.nr_hugepages nem deixa travar memória fora de paginação — o minerador funciona normalmente sem isso, só com hashrate um pouco menor. Pra ativar de verdade:
Recomendamos rootear o aparelho especificamente pra isso, se o hashrate extra valer a pena pro seu caso — é opcional, o minerador roda sem root também.
O config.json não fica preso a essa pool — você pode apontar pra qualquer pool que fale VerusHash 2.2.
Abra o config.json na pasta do minerador e ajusta os três campos que importam:
url é host:porta de qualquer pool VRSC — troque livremente entre a nossa e qualquer outra. user é sempre o seu endereço VRSC seguido de . e um nome de worker à sua escolha, pra identificar cada máquina nas estatísticas da pool.
Mesmo esquema que a maioria das pools VRSC ativas usa hoje — nada exótico, pra você já saber o que esperar.
Acompanhe seu saldo pendente, pagamentos já feitos e hashrate em tempo real na página de estatísticas, buscando pelo seu próprio endereço VRSC.
Sem conta pra criar — o "usuário" no config.json é o seu próprio endereço VRSC seguido de um nome de worker à sua escolha. O pagamento vai direto pra esse endereço.